Planejamento Financeiro

Imóvel, Veja Algumas Formas para a Compra do Seu!

Comprar um imóvel

Quais as formas de pagamento, para a compra de um imóvel?

Você já sabe quais são todas as suas formas de pagamento para a compra de um bem imóvel? Veja tudo neste artigo!

Ter o seu próprio imóvel é um dos maiores símbolos de independência financeira que uma pessoa pode adquirir. Mas, ser independente não quer dizer absolutamente ter o valor total para realizar a compra do seu imóvel a vista, algo que nem todo mundo consegue realizar.

Por outro lado, para realizar a compra do imóvel, deve ser seguido de um planejamento adequado, desta forma esse sonho poderá ser adquirido, e junto dele, chegarão os benefícios da segurança patrimonial e claro que dá satisfação pessoal.

Para que isso aconteça, é preciso conhecer todas as formas possíveis e existentes de compra que você tem, e este será o assunto da matéria de hoje.

  • As principais formas de pagamento para a compra de um imóvel:
  1. Pagamento à vista.

Para a maioria dos compradores, a primeira delas pode ser considerada a mais difícil, mas merece uma atenção especial. Um imóvel, afinal é um bem com alto valor de compra.

A menos que você tenha muito dinheiro guardado ou investido, realizar a compra de um imóvel à vista exige muita disciplina para economizar, e isso pode acabar levando muito tempo.

Por outro lado, quem tem o dinheiro para realizar o pagamento a vista na compra do imóvel, terá um poder de negociação muito especial junto ao vendedor. Se o seu caso for esse, o que é um privilégio, você poderá pedir um desconto considerável.

Mas antes de tudo, faça as contas, para que você saiba exatamente se não é mais vantajoso aplicar o seu dinheiro em algum tipo de investimento, aonde o rendimento do mesmo dê para pagar prestações e ainda sim realizar uma reserva financeira.

  1. Financiar com a construtora.

Algumas construtoras realizam esse financiamento com recursos próprios dos imóveis que vendem, o que segundo o Secovi, pode vir a oferecer uma maior flexibilidade na hora das negociações, do que os financiamentos bancários, que veremos a seguir.

Quando o investimento desejado for um loteamento ou de imóveis comerciais, essa modalidade é a mais utilizada, mas também existe a possibilidade para adquirir imóveis residenciais.

O financiamento feito diretamente pelo empreendedor, porém, é com um prazo menor do que os que são feitos diretamente pelos bancos, que tem um fundo de caixa alto para negociar e também contam com grandes garantias dadas pelas Cadernetas de Poupança e pelo Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS).

Isso quer dizer que você terá que fazer o financiamento frente as condições de pagamento mais pesados. Pois quem pensa que recorrer ao financiamento direto com o empreendedor deve prestar muita atenção nos juros e nas formas de correção deste empreendedor.

A construtora durante uma obra, utiliza na correção do INCC (Índice Nacional de Correção da Construção Civil, o que mete a inflação do setor imobiliário. Assim que ocorre a entrega das chaves, normalmente o reajuste passa a ser feito pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumir Amplo, e calculado pelo IBGE. Os dois medem a inflação geral do mercado imobiliário.

Existe também aqueles que utilizam a variação do CUB (Custo Unitário Básico) no cálculo para os reajustes, o que é outro índice atrelado a construção civil.

  • Financiamento Bancário.

Para o financiamento bancário, uma instituição financeira escolhida, concede o crédito necessário para que a pessoa possa pagar parte do valor do bem desejado ou adquirido.

Esta é uma das modalidades que é permitida pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação), que trabalha com recursos da Caderneta de Poupança e do FGTS (Fundo de Garantia de Tempo de Serviço) e pode ser utilizado para a compra de imóveis com valores de até R$ 750.000,00 nos estados de Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, e de até R$ 650.000,00 para todos os demais estados do País.

O prazo máximo estipulado para o financiamento é de 30 anos, e podem ser financiados até 70% dos imóveis usados e 90% dos imóveis novos, como decreta o Banco Central do Brasil, por exemplo.

Para aqueles que optam pelo FGTS, há também o Programa Crédito Habitacional ao Cotista do FGTS, que tem regras semelhantes às do SFH, mas que é exclusivo para trabalhadores que contribuem com o Fundo de Garantia.

Existe também o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), o que utiliza recursos de instituições financeiras e também de grandes investidores, que costumam cobrar taxas de juros mais altos que os do SFH.

Regido pela Lei Federal nº 9.514/1997, tem o prazo máximo para pagamento de 35 anos. Não existe limite de prazo para maiores para imóveis com valores acima de R$ 750.000,00, que podem ter até 75% do valor total financiado.

Por último, existe o Programa Minha Casa Minha Vida, criado pelo Governo Federal que funciona para financiar imóveis populares com valores máximos de R$ 230.000,00, mas esse limite pode ser bem menor de acordo com cada cidade, para famílias com renda entre R$ 1.600,00 e R$ 5.000,00.

  1. Consórcio Imobiliário.

Os consórcios, regulamentados pelo Banco Central (BC), vem caindo na graça dos compradores de imóveis por diversos motivos. O primeiro deles é que, da mesma forma ocorre com o consórcio de veículos, o comprador pode financiar até 100% do valor total da sua compra.

O valor do imóvel escolhido, fica condicionado somente a capacidade de pagamento que o cliente tem. Segundo, é porque no consórcio, é cobrado apenas a taxa de administração e não existe a cobrança de juros. O terceiro, é que como o valor acumulado é corrigido ao longo do tempo, a capacidade de compra é assegurada.

Existe ainda a facilidade de pagamento e uma grande vantagem adicional que merece um destaque, que é o poder de negociação que o comprador adquire juntamente com o consórcio. Devemos considerar que, quando o consorciado é contemplado e recebe a sua carta de crédito, ele tem a possibilidade de comprar o seu imóvel com o pagamento total a vista, contando com a mesma forma de negociação que uma pessoa que está comprando a vista com dinheiro próprio tem.

Desta forma, o consorciado também pode cogitar a hipótese de pedir descontos na hora da compra, o que pode fazer ele economizar bastante.

Também é permitido no consórcio uma programação para o recebimento do seu imóvel, essa possibilidade existe porque, mês a mês no consórcio, são realizadas assembleias de contemplação, nas quais todos os consorciados do grupo participam por sorteio e podendo dar lances.

Se o consorciado tiver dinheiro do próprio bolso para ofertar o lance, e ele for o lance vencedor, ele recebe a sua carta de crédito, aonde com ela pode adquirir o bem desejado. Desta forma, se o consorciado tiver alguma economia, incluindo até o FGTS, ele poderá utilizar esse recurso para se beneficiar.

Além do que, ainda é possível contar com o elemento da sorte, que pode antecipar o recebimento da sua carta de crédito, em todas as assembleias, são realizados sorteios entre todos os participantes.

Agora que você conseguiu entender quais todas as suas formas para aquisição de um bem, você pode se programar para realizar a compra do seu imóvel usando uma dessas formas de pagamento, a que for mais adequada ao seu caso. Mas sempre preste atenção na hora de realizar a compra!

 

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